A Polícia portuguesa deteve, na tarde de domingo, no Porto, o jovem que teria incentivado um ataque à residência do primeiro-ministro. A detenção ocorreu durante uma intervenção na Praça D. João I, próximo à entrada da Universidade Técnica do Porto. O jovem, brasileiro, tinha se deslocado ao local para votar no 2° turno das eleição presidencial brasileira.

Após a detenção, que ficou gravada em vídeo por seus amigos. O suspeito foi levado para as instalações da Divisão de Investigação Criminal da PSP. Foi constituído arguido pelo crime de instigação pública a um crime e sujeito a Termo de Identidade e Residência. O jovem foi libertado ainda no domingo, apurou o JN junto de fonte oficial da PSP.

O detido foi o ativista que foi filmado, há duas semanas, na Praça D. João I, incentivando um ataque a residência do primeiro-ministro. Na intervenção, feita no dia 15 de outubro, o jovem afirma que é “preciso descobrir o endereço da casa do primeiro-ministro e jogar um tijolo”. “Acabou essa porra de ser pacífico. É para queimar alguma coisa, sim”, garantiu, de microfone na mão, perante algumas centenas de pessoas.

Na ocasião, Luís Montenegro admitiu que ficou preocupado com os vídeos, especialmente ao ver uma das passagens onde “se faz um apelo direto à violência, à importação de conflitualidade que tem ocorrido em outros países. Onde até se ameaça diretamente residência do primeiro-ministro e da sua família”. Esse vídeo foi enviado, pouco depois, às redações pelo gabinete do chefe de Governo.

Fonte: Prime Time Press / JN-PT

By Redação Jornal Imparcial

Redação do Jornal Imparcial Brasil