Protestos tomam o Irã há sete dias, em meio a uma grave crise econômica marcada pela forte desvalorização da moeda local, alta do custo de vida e impacto das sanções internacionais. As manifestações começaram em Teerã e se espalharam por várias cidades, com confrontos entre manifestantes e forças de segurança.

Segundo agências de notícias e organizações de direitos humanos, ao menos oito pessoas morreram em confrontos em cidades como Lordegan, Azna e Kouhdasht. Vídeos nas redes sociais mostram carros incendiados, repressão policial e forte presença das forças de segurança. Parte dos manifestantes pede o fim do governo do líder supremo, enquanto outros defendem a restauração da monarquia.

Diante da escalada, o governo decretou feriado nacional e fechou escolas e instituições públicas, medida interpretada como tentativa de conter os protestos. O presidente Masoud Pezeshkian afirmou que ouvirá “demandas legítimas”, enquanto o Judiciário prometeu resposta dura contra qualquer tentativa de instabilidade.

No plano internacional, a crise ganhou novo peso após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmar que os EUA “irão em socorro” de manifestantes pacíficos caso o regime iraniano use violência letal.

A resposta de Teerã foi imediata. Autoridades ligadas ao líder supremo, aiatolá Ali Khamenei, alertaram que qualquer interferência dos EUA poderia desestabilizar o Oriente Médio. Segundo o G1, o Irã chegou a ameaçar bases militares americanas na região, elevando o risco de uma escalada regional.

Diante da violência e da instabilidade, o povo cristão é chamado à oração.

“Orai pelos reis e por todos os que exercem autoridade, para que tenhamos uma vida tranquila e mansa.”

1 Timóteo 2.2

By Redação Jornal Imparcial

Redação do Jornal Imparcial Brasil

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